terça-feira, 25 de outubro de 2016

Nilo Peçanha



  
Nasceu no dia 02 de outubro de 1867, em Morro do Coco, distrito do município de Campos dos Goytacazes (RJ), e faleceu em 31 de março de 1924. Filho de Sebastião de Souza Peçanha e Joaquina de Sá Freire Peçanha. Seus pais eram pequenos lavradores. Com os filhos já nascidos, resolvem se mudar para a cidade adquirindo aqui uma padaria.
Nilo, ainda menino, ao mesmo tempo que ajudava o pai na padaria, se preparava para ingressar no Liceu de Humanidades de Campos. Ali cursou um ano, logo sendo transferido para a cidade do Rio de Janeiro, onde terminou o curso de Humanidades no colégio Alberto Brandão.
Iniciou seus estudos superiores na Faculdade de Direito de São Paulo e os terminou na Faculdade de Direito do Recife, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais.
Regressa a Campos, onde começa a advogar aos vinte anos de idade.
Abraçou com entusiasmo a questão abolicionista e republicana, onde foi propagandista ardoroso da mesma.
Deputado, Senador, Presidente do Estado do Rio de Janeiro (duas vezes), vice- presidente da República na chapa de Afonso Pena. Assumiu a presidência da República por dez meses com a morte de Pena. Foi Ministro das Relações Exteriores.
Foram mais de trinta anos de vida pública.
Publicita, orador eloquente, escritor, parlamentar, administrador.
Morreu pobre aos 57 anos, na cidade do Rio de Janeiro.
“A vida de Nilo foi curta, mas fecunda; mais cheia de obras que de dias.” (Muniz Sodré)

Obra:
Impressões da Europa (Suíça, Itália, Espanha) – 3ª edição – 1954
Discursos parlamentares (seleção para introdução de Celso Peçanha) – 1988
Política, Economia e Finanças – 1922

Fonte:
Revista da Academia Campista de Letras, 2009.
Carvalho, Waldir Pinto de. Gente que é nome de rua, 1985.

quinta-feira, 31 de março de 2016


Luiz Carlos de Lacerda






















Nasceu em Campos no dia 25 de maio de 1853 e faleceu no dia 19 de maio de 1897, aos 44 anos de idade. Comendador, jornalista, orador e abolicionista. No dia 17 de julho de 1881, fundou a “Sociedade Campista Libertadora” juntamente com outros abolicionistas, sendo que a campanha movida pela associação só teria início dois anos depois de sua fundação, isto é, aos 27 de julho de 1883.
Em 25 de março de 1884, nas dependências do Teatro Empíreo, foi realizada a 1ª Conferência Abolicionista de Carlos de Lacerda.
Para melhor divulgar a propaganda abolicionista, Lacerda pôs em circulação, no dia 1º de março de 1884, o jornal “Vinte e Cinco de Março”. Em 27 de junho de 1884, Carlos de Lacerda organizou uma segunda conferência, também no Teatro Empíreo.
Em 24 de outubro de 1887, o jornal foi invadido pela polícia, sofrendo grande prejuízo. Em fevereiro de 1888, o jornal de Lacerda voltou a atacar de forma contundente a questão da escravidão, alcançando vitória em 25 de março de 1888,, quando o município de Campos foi declarado livre da escravidão, 49 dias antes da assinatura da Lei Áurea.

Obra:

“Vinte e Cinco de Março”  (Jornal editado pelo autor – Microfilme da Fundação Casa de Rui Barbosa) – 1884 a 1888
O jornal pode ser lido em http://bibliotecavirtual.camaracampos.rj.gov.br/index.php/jornal-25-marco/book/380-jornal-25-marco/9-jornal-25-de-marco

Fonte:

CARVALHO, Waldir Pinto. Gente que é nome de rua, 1985;

Monitor Campista - 25 de março de 1888.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Tamara Araújo Vieira Sarmet Moreira Smiderle








Tendo nascido em Campos (RJ) aos 12 de março de 1999, escreveu sua primeira obra de ficção aos 11 anos de idade: o romance "Sem chão", que viria a ser publicado dois anos depois, em dezembro de 2012, pela Editora Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima. O lançamento se deu  por ocasião da VII Bienal do Livro de Campos dos Goytacazes (RJ), quando a autora, então aos 13 anos, tornou-se provavelmente a mais jovem campista a ter uma obra publicada.

Filha de Carlos Gustavo Sarmet Moreira Smiderle e Dilcéa de Araújo Vieira Smiderle, Tamara experimentou intenso contato com o mundo da literatura desde cedo. Mensalmente, por sugestão de sua avó paterna, Jeanne Sarmet Moreira Smiderle, a família se reúne para um sarau, onde são recitados textos já publicados, de autores consagrados, ao lado de poemas dos próprios  participantes. Tendo uma produção própria desde tenra idade, quase toda disponível no blog pessoal Um dia solitário, Tamara teve um de seus poemas premiado com o primeiro lugar no II FestCampos de Poesia Estudantil Falada, em 2012: “Casa dos tempos”.

Por ocasião da publicação do romance "Sem chão", Tamara cursava o último ano do ensino fundamental no Liceu de Humanidades de Campos, onde se matriculara desde a quinta série (sexto ano). Antes, estudara no Colégio Batista Fluminense, no Carrossel, no Sesi e no Cepavi. Tamara também integrou a equipe de vôlei mantida pela Prefeitura Municipal de Campos (Fundação Municipal dos Esportes) que disputou em 2012 o Campeonato Estadual do Rio de Janeiro na categoria infantil.
Atualmente Tamara cursa o 3º ano do ensino médio integrado no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFF Campos - Campus centro) e joga na equipe de vôlei da instituição. É campeã, pela equipe e por três vezes consecutivas, do campeonato nacional entre IFFs: Em 2013, em Foz do Iguaçu (PR); em 2014, em Natal (RN) e em 2015, em Goiânia (GO).

Obra:

Sem chão - 2012

Fonte:

A autora

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Nelson Pereira Rebel

Nasceu em Campos no dia 04 de setembro de 1902 e faleceu no dia 13 de outubro de 1956, aos 55 anos de idade. Filho de João Antonio Rebel Filho e Ana Pereira Rebel.

Nelson desde a infância se revelou muito estudioso, por este motivo foi, desde bem novo, encaminhado para o Grupo Escolar João Klapp, passando, a seguir para o colégio de dona Iolanda Hamberger. Já alfabetizado passou a ter aulas com dona Branca Cardoso para se preparar no vestibular do Liceu de Humanidades de Campos. Em 1914 passou a estudar naquela instituição de ensino.

Após o término do curso,  matriculou-se na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. Com muito sacrifício sua família pode mantê-lo por um tempo, em condições mínimas, na então capital da República, onde fora residir em casa de família como pensionista.

Mas as coisas pioraram e Rebel foi morar na casa de um tio em Santa Rosa, Niterói (RJ). Todo dia pegava a barca e atravessava para o Rio. Destacava-se por sua dedicação e inteligência junto aos professores. A seguir deixou Niterói e foi morar na casa de seu amigo Rossine Nolasco.

Adoentado e em dificuldades financeiras, o pai de Rebel o convoca a voltar para sua terra natal e se dedicar ao comércio da família, já que lhe faltavam os recursos para prosseguir com os estudos. A família se uniu novamente e com um esforço maior Nelson pode dar continuidade aos seus estudos.

Nas horas de folga, Rebel convivia com o escritor Coelho Neto, que o recebu em sua casa, tornando-se familiar e amigo dileto, estimado por todos da família, como fora, também, do douto casal Bevilacqua, onde absorvia as lições e palavras eruditas do mestre civilista.

Em 4 de novembro de 1922  recebe a notícia da morte de seu pai. Mesmo com grande dificuldade, decide concluir o curso.  Em 1926 finalmente recebe o diploma de bacharel em Direito.

Pensando em sua família, Rebel retorna a Campos, onde monta seu escritório de advocacia e passa a ser o defensor dos pobres. Um tempo depois foi convidado para ser responsável pelo setor jurídico da prefeitura. Mais tarde se tornou procurador da prefeitura e inspetor federal do Ensino Comercial.

Com a credencial de professor de Direito na Escola Clovis Bevilacqua, da qual foi um dos fundadores, o Governo convida-o a dirigir o Departamento de Educação do Estado.

Casou-se com Zilá Peixoto Pereira Rebel e continuou cuidando de sua mãe e irmãs. Nelson e dona Zilá tiveram três filhos: Cleia, Sandro e Icléia.

Foi professor e diretor do Liceu de Humanidades de Campos e da Escola Normal.

Advogado, jurista, político e professor, dr. Rebel  foi o primeiro presidente da recém fundada Academia Campista de Letras, em 15 de julho de 1939, onde figuravam intelectuais de renome tais como: Gastão Machado, Godofredo Nascente Tinoco, Barbosa Guerra, José Landim, Rinaldi Antunes, Rogério Gomes de Souza, Alberto Lamego e Lamego Filho.

Pereira Rebel foi eleito para a Academia Fluminense de Letras, para ocupar a cátedra de Quintino Bocaiuva, mas não chegou a tomar posse de sua cadeira.

Eleito deputado constituinte, ocupou a presidência da Assembleia Estadual (Alerj), em 1945. Ocupando, em seguida, a Procuradoria Geral do Estado, onde procurava aplicar a lei com justeza, dessa forma contrariando  interesses de muitos. Porém, através de atos oficiais publicados, recebe a notícia de ser demitido "a pedido" do cargo de procurador geral do Estado. Como seu último emprego, foi Rebel conduzido à advocacia da Caixa Econômica Federal.

Nelson Pereira Rebel foi um apaixonado de Azevedo Cruz, ocupou, na ACL, a cadeira que tem como patrono este ilustre poeta campista e autor de "Amantia Verba", poema que exalta a sua terra natal. No entanto, Nelson não teve tempo de se dedicar ao estudo sobre o poeta e sua obra não se realizou.

Obra:

Questão criminal (Arlindo P. Humberto Pacheco) – 1936

Discurso – Proferido na solenidade da promulgação da Carta Magna Fluminense – 1947

Saudação (ao Dr. Heitor Camillo, em 26/09/32 Hotel Flávio) – 1937

Ética profissional (Conferência realizada na Escola de Direito Clovis Bevilaqua – 1938

Ruy em Haia (Discurso em 09/11/49, na Assembléia) – 1954

Processo criminal Dr. Alberto Senra Filho – 1938

Memorial na Ação da Reclamação – Sebastião O. contra a Prefeitura Municipal de Campos - 1938

Fonte:

CARVALHO, Waldir Pinto de. Gente que é nome de rua, 1988.

AMORIM, Carlos. Em memória de Nelson Pereira Rebel, 1956.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Cristiane Maria Hilel

















Nasceu em Campos no dia 12 de fevereiro de 1971. Filha de Maria Magdalena Carvalho Hilel e José Hilel.

Deu início aos seus estudos no Externato Campista e conclui o 2º grau no Centro Educacional Nossa Senhora Auxiliadora. Graduou-se em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Campos em dezembro de 1992.Vem exercendo a profissão de odontóloga desde então.

Realizou cursos de especialização em Radiologia Odontológica e Odontologia do Trabalho.

Cristiane Hilel atualmente se dedica aos estudos em Saúde Coletiva.

Obra:

Branquinho, o dentinho que não era feliz - 2015

Fonte:

A autora

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Vilmar Ferreira Rangel



















Nasceu em Campos a 13 de março de 1937. Filho de Vicente Marins Rangel e Maria  Ferreira Marins.
Cursou o primário no Colégio Eucarístico, o ginásio no Ginásio São Salvador, o científico no Colégio Batista Fluminense (todos em Campos) e Colégio Felisberto de Menezes (antigo estado da Guanabara) e Direito na Faculdade de Direito de Campos.
É jornalista, relações públicas, agenciador de propaganda e funcionário público federal (aposentado).
Ao longo da carreira, exerceu a função de oficial administrativo da E.C.T, assessor de imprensa da Coperflu e da Cooperleite, contato da agência de propaganda  “Nova Campos”, professor de cursos de Comunicação Social na Faculdade de Filosofia de Campos (atual UNIFLU), no Sesc e no Senac.
Primeiro sócio eleito da Academia Pedralva  Letras e Artes (1952), sócio fundador  do núcleo de Campos da União Brasileira de Escritores, sócio fundador do Clube de Poesia de Campos e dirigiu o suplemento literário do jornal “Folha do Povo” (décadas de 1950 e 1960).
Exerceu a função de crítico de cinema em Folha do Povo (1961-1962).
Vencedor do prêmio “Almir Soares”, da Academia Pedralva Letras e Artes, por três anos consecutivos, com crônicas e poesias.
Desde o ano 2000 é membro da Academia Campista de Letras (ACL).
Lançou, com Joel Melo e Prata Tavares, em 1958, o movimento “Sintetismo Espácio-Temporal”, na linha do neoconcretismo.
Foi um dos fundadores  e presidiu a Câmara  Junior de Campos, instituição que fundou o Clube de Diretores Lojistas de Campos (1963) e a APOE (Associação de Proteção e Orientação dos Excepcionais de Campos).
Atuou como repórter, locutor, noticiarista e produtor nas rádios Cultura, Continental, Campista Afonsiana e Campos Difusora.
Como colaborador, publicou crônicas e artigos durante vários anos nos jornais “A Notícia”, “O Dia”, “Monitor Campista”, “Segunda-feira”, "A Cidade" e “Folha do Comércio”.
Foi repórter profissional dos jornais “Folha do Povo” e “Folha do Comércio”, além de editor geral do “Monitor Campista”. Foi também diretor da sucursal de Campos de “O Fluminense”.
É diretor do Orfeão de Santa Cecília e um dos membros fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de Campos (2014).
Atualmente exerce atividades como pesquisador e ativista cultural, dedicando-se especialmente à recuperação e à preservação dos monumentos, bustos, hermas e marcos do município de Campos.

Obras:

Distâncias  (com pseudônimo de Lucio Rangel) – 1953
Norte e Sul – crônicas (com pseudônimo de Lucio Rangel e em parceria com Pedro M. Rangel) – 1954
Quatro poemas de amor para uma noiva – 1959
Seis poetas - 1959 - Antologia da Academia Pedralva Letras e Artes - participação.
Alumbramento – 2000
Alumbramento – 2ª edição – Editora ACL - 2004
Dança entre dorsos tensos (Ed. ACL) – 2010
Dança entre dorsos tensos (Ed. do autor) – 2010
 
Fonte:

O autor

Sandro Pereira Rebel


Nasceu em Campos em 17 de março de 1934. Filho de Nelson Pereira Rebel e Zilá Peixoto Rebel. Casou-se com a professora Nicoleta Cavalcanti Pereira Rebel, dessa união nasceram quatro filhos e oito netos, até o momento.

Fez o curso Primário no Colégio Rui Barbosa e o Ginásio no Liceu de Humanidades de Campos, entre 1941 e 1951.

Em 1952 mudou-se para Niterói (RJ), onde cursou a Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF), vindo a se formar em 1956.

Trabalhou como funcionário da Administração Pública Estadual, no cargo de oficial administrativo. Foi ainda escriturário, datilógrafo, técnico de administração e, por último, Procurador do Estado, cargo em que se aposentou em 1988. Em comissão, exerceu também, entre outros, os de diretor do Departamento de Pessoal da Secretaria de Administração (duas vezes, em 1963 e 1967), assessor técnico de Planejamento e Orçamento (1968/1970), chefe de gabinete do secretário de educação (função na qual, durante impedimento do titular, ocorrido em 1969, esteve, como seu substituto imediato, à frente da Secretaria durante perto de três meses, secretário de administração (1970/1971) e chefe da Procuradoria Administrativa da Procuradoria Geral do Estado (1974/1975).

À época da Guanabara-Rio de Janeiro, fez parte do subgrupo de Transição incumbido de definir as diretrizes básicas do primeiro governo do novo Estado. Neste, exerceu o cargo de Representante do Secretário de Administração em Niterói (1975/1979) e também, em regime de mandato, no biênio 1976/1978, os de membro, vice-presidente e presidente do Conselho de Recursos Administrativo dos Servidores do Estado (CRASE/RJ). Durante o período que presidiu esse colegiado, dirigiu trabalhos de unificação dos quadros de trabalhadores dos dois Estados fusionados.

Ainda na área da administração do antigo Estado do Rio de Janeiro desempenhou, além dos cargos  em que esteve comissionado, numerosos serviços especiais, tais como o de membro do Conselho Executivo do Departamento de Portos e Navegação da Secretaria de Transportes e Comunicações (1966); da Comissão Executiva dos convênios firmados  entre os governos federal e estadual para a implementação do Plano Nacional de Educação do então Ministério da Educação e Cultura (1969/1960); do Conselho de Curadores do Centro de Processamento de Dados do Estado do Rio de Janeiro - CPDERJ (1970-1971) e do Conselho de Procuradores do Estado (1974/1975).

Na esfera dos serviços públicos municipais ocupou, na prefeitura de Niterói, no período de 1972 a 1974, o cargo de diretor do Departamento de Administração (equivalente, na época, ao secretário de administração atual). Dentro desse mesmo período, integrou a comissão encarregada de elaborar o Estatuto do Magistério e o Grupo de trabalho constituído  com a finalidade de de estudar e implantar a reestruturação dos quadros funcionais da municipalidade. Antes, mai precisamente, nos anos de 1968 a 1971, integrou, em regime de mandato, e como seu presidente, a Junta de Recursos Fiscais daquela mesma prefeitura. Em 1989 e 1990, lá esteve novamente, desempenhando então as funções de chefe de gabinete do secretário de governo.
Em 1956 deu inicio às suas atividades literárias na imprensa campista, escrevendo artigos e crônicas para os jornais “Folha do Povo”, “Folha do Comércio” e “Monitor Campista”.

Em 1958 ganhou Menção Honrosa em concurso de âmbito nacional promovido pela revista “Alterosa”, de Belo Horizonte (MG).

Também trabalhou, em 1961 e 1962, na imprensa de Niterói na redação de “O Fluminense” e, a partir de 1994, como colaborador, esteve publicando seus trabalhos em prosa e verso, durante quase três anos, na “Folha de Niterói” (ex-"opinião" e ex-"opinião pública"). Atualmente, e também de modo regular, vem escrevendo, desde 1999, no "Opção".

Recebeu Moção de Aplausos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) pela publicação dos livros "Arco-iris" e "Geografia do Estado do Rio de Janeiro".
Sandro Rebel faz parte do Grupo Mônaco de Cultura de Niterói. Em 2014 foi agraciado, por este Grupo, com o título de "Intelectual do Ano". Também, neste mesmo ano, recebeu uma Moção de Aplausos concedida pela Câmara Municipal de Niterói, para homenagear "Personalidades que fizeram e fazem a história desta cidade" e participou, com trabalhos poéticos, de uma antologia organizada pela Associação Niteroiense de Escritores (ANE), em três "Agendas Poéticas" (1999, 2000 e 2001), também pela ANE; na "Revista Cenáculo Fluminense de História e Letras" (2002); no boletim  da Academia de Letras de Itaocara (BALI), Em 2006; e na edição de nº 3 do jornal "Literato", das entidades culturais de Niterói, em 2010.

Já com trabalhos em trovas, participou de antologias e concorreu em numerosos concursos de âmbito estadual e nacional, organizados, em sua maioria,  pelas seções regionais da União Brasileira de Trovadores (UBT), tendo sido premiado em dezenas deles, realizados em mais de trinta e cinco cidades de diversos estados do país.

Praticando _ já não a trova, mas o poema _ obteve também várias premiações. Tal o que se deu, por exemplo, nos festivais de poesia promovidos pelas faculdades integradas Maria Thereza (FAMATH) e Instituto Interamericano de Fomento à Educação, Cultura e Ciências (IFEC), em Niterói, nos anos 2002, 2003, 2005, 2007 e 2009; no concurso "Silvestre Mônaco", da Associação Niteroiense de Escritores (ANE), também em Niterói, em 2002 e 2010;no organizado pela pela Associação de Moradores de Jurujuba (AMORJ), ainda em Niterói; no da Academia de Letras de Paranapuã, no Rio de Janeiro; e no V Concurso Nacional de Magé, todos esses três últimos em 2005.

Tem diploma de "Melhor do Ano de 1976", conferido pela Associação Fluminense de Jornalistas em reconhecimento pelos serviços de contribuição comunitária prestados na sua área profissional. de "Mérito Cultural" (1998) por sua participação na "Primeira Expolivros de Muiraquitã, de Niterói-RJ"; de "Escritor do Ano de 1998", conferido pelo Elos Clube de Niterói; "Destaque de Comunicação" (1999) pela Associação Fluminense de Propaganda. Em 2001 recebeu da Câmara Municipal de Niterói a "Medalha José Cândido de Carvalho";  em 2008 o de "Cidadão Niteroiense"; "Moção de  Apalusos", pelo lançamento do livro "Dois Tempos"; "Moção de Congratulações" por sua participação no jornal "Opções", ambas em 1999; "Diploma de Honra" dado pela Associação de Procuradores do Estado (APERJ),  pela colaboração prestada aos trabalhos do II Congresso Nacional da Categoria,em 1970.

Participou do 1º e do 2º "Salões de Leitura de Niterói" (2006 e 2008); da XIII Bienal do Livro, 2007, no Riocentro. Recebeu da Faculdades Integradas Maria Theresa (FAMATH), em 2006, o título de "Homenageado do Ano" no 2º Concurso de Poesia da Biblioteca Pública do Estado, e foi agraciado pela UBT de Niterói com a escolha do seu nome para ser o de medalhas conferidas nos Jogos Florais de 2008.
Rebel faz parte do Grupo Mônaco de Cultura de Niterói, da Associação Niteroiense de Escritores, da União Brasileira de Trovadores - seção Niterói, e é membro correspondente da Academia Campista de letras (ABL), honorário da Academia Itaocarense de Letras e efetivo da Academia Niteroiense de Letras e da Academia Fluminense de Letras.

Sandro Pereira Rebel é advogado, escritor e poeta.

Obra:

Geografia do Estado do Rio de Janeiro  (1ª ed.) – 1956
Arco-Íris – 1996
Subsídios para a história de um calçadão – 1996
Verdes e Maduros – 1997
Contos de outros tempos – 1997
Lampejos – 1998
Dois tempos – 1999
CronIcontando 1- 2001
O Minidicionário Anticonvencional  - 2007
Dez Andamentos do Haicai - 2010
Dez andamentos da trova - 2012
CronIcontando 2- 2014


Fonte:

O autor
PIMENTEL. Luís Antônio. Artes Fluminenses - jornal "A tribuna" pág. 8 - 10/10/2014