quinta-feira, 8 de junho de 2017

Érica de Souza Pessanha Peixoto

Natural de Campos dos Goytacazes, RJ. Nasceu em 1981. É casada com Clóvis e tem dois filhos, Daniel e Elisa.
Graduou-se em Direito pela Universidade Cândido Mendes, em 2003. Concluiu o Mestrado em Políticas Públicas e Processo pela Faculdade de Direito de Campos em 2006. Atuou como professora universitária por mais de 10 anos.
Érica se formou em Teologia pelo Seminário Batista de campos\RJ, em 2013.
Érica Peixoto foi ordenada pastora, pela Segunda Igreja batista de Campos, em 2014.
Atualmente pra. Érica é missionária no Timor Leste pela Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira.

Obra:

Devocionais em Jonas - 2016;
Devocionais em Josué - 2017

Fonte:

Devocionais em Josué - 2017

Éber Silva






















Nasceu em Duque de Caxias. É casado com a profa. Dulcinéa Paiva Silva, tem dois filhos: Leandro e Camila e três netos: Eduardo, Murilo e Maria Vitória.
Silva é professor de Língua Portuguesa e Literatura, Bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1986.
Consagrado pastor, em 24 de abril de 1986, foi pastor auxiliar na Primeira Igreja Batista de Realengo, RJ.
Pastoreou a Igreja Batista Memorial, em Duque de Caxias, RJ, de outubro de 1986 a 31\12\1988.
Foi fundador do CEP, com outros 73 pioneiros.
Presidiu a Convenção Batista Fluminense e a Ordem dos Pastores Batistas Fluminenses, por três ocasiões, e a Ordem dos Pastores batista do Brasil, por dois anos.
Desde 1969 é professor de Língua Portuguesa e Literatura, tendo lecionado no Rio de Janeiro, Duque de Caxias, Magé e Campos dos Goytacazes por 26 anos ininterruptos.
Foi membro do Conselho Estadual de Educação (2003 a 2006).
Foi membro diretor do sindicato dos professores da Baixada fluminense.
Foi deputado federal na legislatura de 1999 a 2002, sendo autor da Lei Nacional 10533, que inseriu, no Calendário da República, o Dia da Bíblia.
Atualmente Éber Silva é pastor da Segunda Igreja Batista de Campos,RJ,
desde 1989, e vice-presidente da Convenção Batista Fluminense e da Convenção Batista Brasileira.

Obra:

Naamã, um herói nacional

Fonte:

O autor

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Nilo Peçanha



  
Nasceu no dia 02 de outubro de 1867, em Morro do Coco, distrito do município de Campos dos Goytacazes (RJ), e faleceu em 31 de março de 1924. Filho de Sebastião de Souza Peçanha e Joaquina de Sá Freire Peçanha. Seus pais eram pequenos lavradores. Com os filhos já nascidos, resolvem se mudar para a cidade adquirindo aqui uma padaria.
Nilo, ainda menino, ao mesmo tempo que ajudava o pai na padaria, se preparava para ingressar no Liceu de Humanidades de Campos. Ali cursou um ano, logo sendo transferido para a cidade do Rio de Janeiro, onde terminou o curso de Humanidades no colégio Alberto Brandão.
Iniciou seus estudos superiores na Faculdade de Direito de São Paulo e os terminou na Faculdade de Direito do Recife, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais.
Regressa a Campos, onde começa a advogar aos vinte anos de idade.
Abraçou com entusiasmo a questão abolicionista e republicana, onde foi propagandista ardoroso da mesma.
Deputado, Senador, Presidente do Estado do Rio de Janeiro (duas vezes), vice- presidente da República na chapa de Afonso Pena. Assumiu a presidência da República por dez meses com a morte de Pena. Foi Ministro das Relações Exteriores.
Foram mais de trinta anos de vida pública.
Publicita, orador eloquente, escritor, parlamentar, administrador.
Morreu pobre aos 57 anos, na cidade do Rio de Janeiro.
“A vida de Nilo foi curta, mas fecunda; mais cheia de obras que de dias.” (Muniz Sodré)

Obra:
Impressões da Europa (Suíça, Itália, Espanha) – 3ª edição – 1954
Discursos parlamentares (seleção para introdução de Celso Peçanha) – 1988
Política, Economia e Finanças – 1922

Fonte:
Revista da Academia Campista de Letras, 2009.
Carvalho, Waldir Pinto de. Gente que é nome de rua, 1985.

quinta-feira, 31 de março de 2016


Luiz Carlos de Lacerda






















Nasceu em Campos no dia 25 de maio de 1853 e faleceu no dia 19 de maio de 1897, aos 44 anos de idade. Comendador, jornalista, orador e abolicionista. No dia 17 de julho de 1881, fundou a “Sociedade Campista Libertadora” juntamente com outros abolicionistas, sendo que a campanha movida pela associação só teria início dois anos depois de sua fundação, isto é, aos 27 de julho de 1883.
Em 25 de março de 1884, nas dependências do Teatro Empíreo, foi realizada a 1ª Conferência Abolicionista de Carlos de Lacerda.
Para melhor divulgar a propaganda abolicionista, Lacerda pôs em circulação, no dia 1º de março de 1884, o jornal “Vinte e Cinco de Março”. Em 27 de junho de 1884, Carlos de Lacerda organizou uma segunda conferência, também no Teatro Empíreo.
Em 24 de outubro de 1887, o jornal foi invadido pela polícia, sofrendo grande prejuízo. Em fevereiro de 1888, o jornal de Lacerda voltou a atacar de forma contundente a questão da escravidão, alcançando vitória em 25 de março de 1888,, quando o município de Campos foi declarado livre da escravidão, 49 dias antes da assinatura da Lei Áurea.

Obra:

“Vinte e Cinco de Março”  (Jornal editado pelo autor – Microfilme da Fundação Casa de Rui Barbosa) – 1884 a 1888
O jornal pode ser lido em http://bibliotecavirtual.camaracampos.rj.gov.br/index.php/jornal-25-marco/book/380-jornal-25-marco/9-jornal-25-de-marco

Fonte:

CARVALHO, Waldir Pinto. Gente que é nome de rua, 1985;

Monitor Campista - 25 de março de 1888.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Tamara Araújo Vieira Sarmet Moreira Smiderle






















Tendo nascido em Campos (RJ) aos 12 de março de 1999, escreveu sua primeira obra de ficção aos 11 anos de idade: o romance "Sem chão", que viria a ser publicado dois anos depois, em dezembro de 2012, pela Editora Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima. O lançamento se deu  por ocasião da VII Bienal do Livro de Campos dos Goytacazes (RJ), quando a autora, então aos 13 anos, tornou-se provavelmente a mais jovem campista a ter uma obra publicada.

Filha de Carlos Gustavo Sarmet Moreira Smiderle e Dilcéa de Araújo Vieira Smiderle, Tamara experimentou intenso contato com o mundo da literatura desde cedo. Mensalmente, por sugestão de sua avó paterna, Jeanne Sarmet Moreira Smiderle, a família se reúne para um sarau, onde são recitados textos já publicados, de autores consagrados, ao lado de poemas dos próprios  participantes. Tendo uma produção própria desde tenra idade, quase toda disponível no blog pessoal Um dia solitário, Tamara teve um de seus poemas premiado com o primeiro lugar no II FestCampos de Poesia Estudantil Falada, em 2012: “Casa dos tempos”.

Por ocasião da publicação do romance "Sem chão", Tamara cursava o último ano do ensino fundamental no Liceu de Humanidades de Campos, onde se matriculara desde a quinta série (sexto ano). Antes, estudara no Colégio Batista Fluminense, no Carrossel, no Sesi e no Cepavi. Tamara também integrou a equipe de vôlei mantida pela Prefeitura Municipal de Campos (Fundação Municipal dos Esportes) que disputou em 2012 o Campeonato Estadual do Rio de Janeiro na categoria infantil.
Atualmente Tamara cursa o 3º período  do curso de Letras no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFF Campos - Campus centro) e o 1º período do seminário evangélico pela UNIGRAN, Joga na equipe de vôlei do IFF. É campeã, pela equipe e por três vezes consecutivas, do campeonato nacional entre IFFs: Em 2013, em Foz do Iguaçu (PR); em 2014, em Natal (RN),  em 2015, em Goiânia (GO). Em 2016,  ficou em segundo lugar, em Brasília (DF).

Obra:

Sem chão - 2012

Fonte:

A autora

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Nelson Pereira Rebel

Nasceu em Campos no dia 04 de setembro de 1902 e faleceu no dia 13 de outubro de 1956, aos 55 anos de idade. Filho de João Antonio Rebel Filho e Ana Pereira Rebel.

Nelson desde a infância se revelou muito estudioso, por este motivo foi, desde bem novo, encaminhado para o Grupo Escolar João Klapp, passando, a seguir para o colégio de dona Iolanda Hamberger. Já alfabetizado passou a ter aulas com dona Branca Cardoso para se preparar no vestibular do Liceu de Humanidades de Campos. Em 1914 passou a estudar naquela instituição de ensino.

Após o término do curso,  matriculou-se na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. Com muito sacrifício sua família pode mantê-lo por um tempo, em condições mínimas, na então capital da República, onde fora residir em casa de família como pensionista.

Mas as coisas pioraram e Rebel foi morar na casa de um tio em Santa Rosa, Niterói (RJ). Todo dia pegava a barca e atravessava para o Rio. Destacava-se por sua dedicação e inteligência junto aos professores. A seguir deixou Niterói e foi morar na casa de seu amigo Rossine Nolasco.

Adoentado e em dificuldades financeiras, o pai de Rebel o convoca a voltar para sua terra natal e se dedicar ao comércio da família, já que lhe faltavam os recursos para prosseguir com os estudos. A família se uniu novamente e com um esforço maior Nelson pode dar continuidade aos seus estudos.

Nas horas de folga, Rebel convivia com o escritor Coelho Neto, que o recebu em sua casa, tornando-se familiar e amigo dileto, estimado por todos da família, como fora, também, do douto casal Bevilacqua, onde absorvia as lições e palavras eruditas do mestre civilista.

Em 4 de novembro de 1922  recebe a notícia da morte de seu pai. Mesmo com grande dificuldade, decide concluir o curso.  Em 1926 finalmente recebe o diploma de bacharel em Direito.

Pensando em sua família, Rebel retorna a Campos, onde monta seu escritório de advocacia e passa a ser o defensor dos pobres. Um tempo depois foi convidado para ser responsável pelo setor jurídico da prefeitura. Mais tarde se tornou procurador da prefeitura e inspetor federal do Ensino Comercial.

Com a credencial de professor de Direito na Escola Clovis Bevilacqua, da qual foi um dos fundadores, o Governo convida-o a dirigir o Departamento de Educação do Estado.

Casou-se com Zilá Peixoto Pereira Rebel e continuou cuidando de sua mãe e irmãs. Nelson e dona Zilá tiveram três filhos: Cleia, Sandro e Icléia.

Foi professor e diretor do Liceu de Humanidades de Campos e da Escola Normal.

Advogado, jurista, político e professor, dr. Rebel  foi o primeiro presidente da recém fundada Academia Campista de Letras, em 15 de julho de 1939, onde figuravam intelectuais de renome tais como: Gastão Machado, Godofredo Nascente Tinoco, Barbosa Guerra, José Landim, Rinaldi Antunes, Rogério Gomes de Souza, Alberto Lamego e Lamego Filho.

Pereira Rebel foi eleito para a Academia Fluminense de Letras, para ocupar a cátedra de Quintino Bocaiuva, mas não chegou a tomar posse de sua cadeira.

Eleito deputado constituinte, ocupou a presidência da Assembleia Estadual (Alerj), em 1945. Ocupando, em seguida, a Procuradoria Geral do Estado, onde procurava aplicar a lei com justeza, dessa forma contrariando  interesses de muitos. Porém, através de atos oficiais publicados, recebe a notícia de ser demitido "a pedido" do cargo de procurador geral do Estado. Como seu último emprego, foi Rebel conduzido à advocacia da Caixa Econômica Federal.

Nelson Pereira Rebel foi um apaixonado de Azevedo Cruz, ocupou, na ACL, a cadeira que tem como patrono este ilustre poeta campista e autor de "Amantia Verba", poema que exalta a sua terra natal. No entanto, Nelson não teve tempo de se dedicar ao estudo sobre o poeta e sua obra não se realizou.

Obra:

Questão criminal (Arlindo P. Humberto Pacheco) – 1936

Discurso – Proferido na solenidade da promulgação da Carta Magna Fluminense – 1947

Saudação (ao Dr. Heitor Camillo, em 26/09/32 Hotel Flávio) – 1937

Ética profissional (Conferência realizada na Escola de Direito Clovis Bevilaqua – 1938

Ruy em Haia (Discurso em 09/11/49, na Assembléia) – 1954

Processo criminal Dr. Alberto Senra Filho – 1938

Memorial na Ação da Reclamação – Sebastião O. contra a Prefeitura Municipal de Campos - 1938

Fonte:

CARVALHO, Waldir Pinto de. Gente que é nome de rua, 1988.

AMORIM, Carlos. Em memória de Nelson Pereira Rebel, 1956.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Cristiane Maria Hilel

















Nasceu em Campos no dia 12 de fevereiro de 1971. Filha de Maria Magdalena Carvalho Hilel e José Hilel.

Deu início aos seus estudos no Externato Campista e conclui o 2º grau no Centro Educacional Nossa Senhora Auxiliadora. Graduou-se em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Campos em dezembro de 1992.Vem exercendo a profissão de odontóloga desde então.

Realizou cursos de especialização em Radiologia Odontológica e Odontologia do Trabalho.

Cristiane Hilel atualmente se dedica aos estudos em Saúde Coletiva.

Obra:

Branquinho, o dentinho que não era feliz - 2015

Fonte:

A autora